quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Ódio de estimação

Odeio ares-condicionados. Odeio, odeio, odeio. Seja no Inverno ou no Verão. Aquilo não aquece nem arrefece, é só uma espécie de ar artificial que deixa as minhas amígdalas do tamanho de bolas de basquetebol. Estão sempre mal posicionados, mesmo por cima das nossas cabeças, o que faz com que pareça que estamos sempre à beira-mar, mas sem a parte da vista. A solução é muito simples: desliga-se. Pois, mas há sempre uma maluquinha qualquer, uma espécie de polícia dos ares-condicionados que passa a vida a ver se o desligámos e trata de o voltar a ligar rapidamente. Eu gosto muito de aquecedores e até tolero ventoinhas, mas e que tal se as pessoas começassem, não sei, a vestir roupa adequada ao tempo e à temperatura que se faz sentir? Epa, parece-me uma solução muito mais gira do que passar o dia a levar com uma ventania dos diabos no alto da cabeça. Isso e passar uma vida inteira com dores de garganta só porque as pessoas nunca estão satisfeitas.

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