quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

As unhas, essas malvadas

Lembro-me que quando era mais nova já odiava cortar as unhas, fazia-me tanta impressão. Nunca as roí e elas crescem à velocidade da luz, por isso lá vinha um qualquer familiar que, entre gritos, mas cortava. Hoje eu gosto de cuidar das minhas unhas, não vou à manicure nem nada do género, adoro pintá-las e limá-las, mas continuo a detestar cortá-las. Eu sei que nem se deve cortar, mas as minhas unhas crescem mesmo muito rápido e eu não tenho propriamente tempo para andar a limar a toda a hora (nem muito jeito). E se, por um lado não gosto mesmo nada de as ter super compridas, por outro detesto o simples acto de ter que as cortar e senti-las tão pequenas. Aiii, mulher sofre. Depois há o pintar as unhas, eu por acaso adoro, mas é indiscutível a trabalheira que dá. Estar quieta durante cerca de 2h não é bem o meu forte e acabo sempre com alguma das unhas toda esborratada... E as bolhas? Nem me façam falar daquelas bolhas que aparecem quase sempre nas unhas, não se sabe bem vindas de onde. Bem, não vale a pena queixar-me mais, vou mas é pintar as unhas.

3 comentários:

  1. ahahahha o que ri com este post. Acontece exactamente o mesmo comigo...as bolhas, unha esborratada etc...Gostei do teu blog, Parabens!! beijinhos

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  2. Não conhecia o teu blog mas vim aqui para por acaso. Adorei o desabafo das unhas, identifico-me apesar de ter imensa paciência para as minhas. Eu faço gelinho em casa :)

    Ana, A Policromia
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