segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Coisas que me enervam no trânsito

Passo muito tempo no trânsito, uma vez que todos os dias da semana me tenho de enfiar no centro de Lisboa de carro. Mesmo que saísse de casa às 5 da manhã (deusmalivre) e voltasse à meia-noite, ia apanhar trânsito. Mas como tenho um horário mais "normal" lá ando eu na hora de ponta em plena capital. Acho que, no geral, toda a gente se enerva com o trânsito e eu não podia ser excepção. Por acaso, até sou muito calma e paciente, mas como não adoro pessoas (é um problema que eu tenho) claro que há certos e determinados energúmenos tipos de pessoas que me irritam solenemente. Aqui ficam as coisas que mais me irritam. Espero que se identifiquem com algumas!


1. Pessoas que não metem pisca

Esta é uma das irritações mais comuns — duvido muito que haja alguém que não se irrite e até já fiz um pequeno texto sobre isto. No entanto, é também uma das práticas mais comuns por essas estradas fora. Tenho de admitir, muito a custo, que por vezes cometo este erro, mas é só quando sinto mesmo que não tenho mãos para tudo. De qualquer forma, só o faço quando vejo que não há qualquer perigo — nunca na vida me ponho a mudar de faixa sem meter pisca. Por outro lado, há pessoas que parecem que compraram uma versão de carro sem pisca (ficava mais  barato) ou então já se esqueceram como é que se metem aquelas luzinhas laranja a piscar.

2. Pessoas que se esquecem de tirar o pisca

domingo, 24 de setembro de 2017

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

No meu iPod #131



Bom fim-de-semana!

Vinha no carro a ouvir rádio...

Quando começam a dar as notícias e falam sobre o que disse Fernando Gomes, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, sobre as críticas à arbitragem em Portugal. Ora dizia ele que "O constante tom de crítica em relação à arbitragem é inaceitável e impróprio de um país civilizado." E eu, apesar de concordar em 100% que toda a atitude da nossa sociedade em relação ao futebol é tudo menos própria de um país civilizado, não pude deixar de me rir. Porque... onde é que nós somos um país civilizado? Portugal? Os portugueses? Oi? O senhor deve viver num país diferente do meu, com certeza. Um país onde continuamos a adorar touradas, onde as praxes existem e são aclamadas, onde há gente à pancada a torto e a direito, onde há lixo por todo o lado e ninguém cuida sequer das suas casas. Temos muitas qualidades, sem qualquer dúvida, somos incrivelmente hospitaleiros, temos a melhor comida do mundo e algumas das paisagens mais bonitas. Mas epa, não me lixem, civilizados é que não somos.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Um cabelo (quase) novo com óleo de côco

Já tinha ouvido falar várias vezes nas mil maneiras de utilizar óleo de côco (principalmente nesta Mixórdia incrível), mas como não sou muito de modas, não liguei grande coisa. Só que entretanto vi um vídeo onde uma rapariga mostrava como o seu cabelo (lindo!) ficava com óleo de côco e soube que tinha de experimentar. O meu cabelo está bastante grande e muito seco, cheio de volume, uma chatice. Ando com alguma vontade de o cortar (muito), mas achei que valia a pena, primeiro, ver se consigo que fique mais saudável e bonito. Posto isto — e como quero sempre tudo para ontem — fui até ao Celeiro e comprei óleo de côco extra virgem (sem qualquer outra adição). Em casa apercebi-me de que o óleo estava demasiado sólido e que não iria conseguir colocá-lo no cabelo, por isso pus um bocadinho no microondas e pronto, ficou completamente líquido. (Ficou também quase a ferver, por isso toca de esperar um bocadinho para não ficar sem dedos.) Apliquei desde um pouco acima do meio do cabelo — uns 4 dedos abaixo das raízes — até às pontas. Quando coloquei o óleo pensei que ia ficar com tudo oleoso tal era a quantidade, mas passado um bocado o cabelo já tinha absorvido grande parte, sinal de que estava mesmo a precisar. O cheiro é mesmo muito bom, mas passado uns minutos já estava a enjoar (esquisitinha pá). Deixei actuar mais ou menos uma hora (o tempo de ver um episódio de Downton Abbey) e lavei. A sensação de que o cabelo tinha ficado muito mais macio foi imediata e conforme fui secando ficou ainda mais perceptível. Não ficou espectacular, mas ficou muito melhor, sem qualquer dúvida. Por isso, a ideia agora é usar uma vez por semana durante uns tempos para ver se fica mais bonito, suave e saudável. Depois devo ir espaçando ou até deixar de o fazer que eu sou rápida a fartar-me das coisas. Por enquanto, gostei muito, cheira lindamente, está macio e pode ser que tenha descoberto uma incrível maneira de deixar de me passar com esta juba de leão.

Quem já experimentou? :) Conhecem mais formas incríveis de usar óleo de côco?

Comprei este, no Celeiro, por cerca de 5€.